Trump exalta ‘força militar poderosa’ dos EUA após intervenção na Venezuela e captura de Maduro

Trump elogia intervenção militar dos EUA na Venezuela

Presidente afirma que país tem a “a força militar mais poderosa e sofisticada do mundo” após captura de Maduro.

Trump destaca complexidade da operação e lamenta vítimas fatais

Em pronunciamento em Washington, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou a intervenção militar americana na Venezuela que resultou no sequestro do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cília Flores. A declaração foi feita durante a abertura do ano legislativo no Congresso, onde Trump dirigiu-se a parlamentares republicanos.

Trump mencionou que a operação causou vítimas fatais, incluindo “muitos cubanos”, mas não detalhou a quantidade ou as circunstâncias. Ele descreveu a ação como complexa, envolvendo o uso de 152 aeronaves e um considerável contingente de tropas em terra. O presidente lamentou as mortes, referindo-se a membros da equipe de segurança de Maduro.

Ataques a Maduro e exaltação às Forças Armadas dos EUA

Durante seu discurso, Trump reiterou críticas a Maduro, a quem chamou de “violento”, e chegou a mencionar um vídeo em que o líder venezuelano supostamente o imitaria em passos de dança. O presidente republicano exaltou a atuação das Forças Armadas dos EUA na América do Sul e apontou o corte de energia elétrica em grande parte da Venezuela como um fator crucial para o sucesso da ofensiva.

EUA como potência militar e críticas à oposição

Para Trump, a operação na Venezuela reforça a posição dos Estados Unidos como detentores da “força militar mais poderosa e sofisticada do mundo”, desafiando qualquer nação a confrontá-los. Ele também criticou o Partido Democrata por se opor à ação e acusou manifestantes em Nova York de serem pagos para protestar contra o que chamou de sequestro de Maduro.

Reação da Venezuela e acusações de “mortes a sangue frio”

Em resposta, o ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, denunciou a morte de integrantes da segurança presidencial durante o ataque, classificando os episódios como “mortes a sangue frio”. O governo venezuelano exige a libertação de Maduro, que estaria detido em Nova York sob acusações de narcoterrorismo.

Fonte: www.congressoemfoco.com.br

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