Origem da Fake News: Uma Publicação de 2013
A história de que Lionel Messi seria autista, um boato que circula pela internet há anos, tem sua raiz em uma publicação feita por um jornalista brasileiro em 2013. Essa matéria, sem comprovação ou base em declarações oficiais, foi o estopim para a disseminação de uma informação falsa que, infelizmente, ganhou força e se espalhou rapidamente pelas redes sociais e sites de notícias, muitas vezes sem o devido escrutínio.
O Desmentido Oficial: Família e Médicos Negam
A família de Messi e seu médico de infância sempre negaram veementemente qualquer informação que relacione o jogador ao espectro autista. Essas negações, contudo, parecem ter tido menos alcance do que o próprio boato inicial. A falta de um desmentido público massivo por parte do jogador ou de seus representantes mais próximos, por vezes, contribui para a manutenção da dúvida na mente de alguns fãs e curiosos.
O Impacto da Desinformação na Internet
A internet e as redes sociais, apesar de serem ferramentas poderosas de informação, também se tornam um terreno fértil para a proliferação de fake news. No caso de Messi, a ausência de um diagnóstico público ou de declarações sobre o assunto, aliada à natureza muitas vezes especulativa do jornalismo de celebridades, permitiu que o boato se perpetuasse. A facilidade com que informações não verificadas são compartilhadas agrava o problema, tornando a verdade um alvo difícil de alcançar.
O Que é o Transtorno do Espectro Autista (TEA)?
É importante ressaltar que o Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição neurológica complexa que afeta a comunicação, a interação social e o comportamento. Não há qualquer evidência médica ou declaração oficial que conecte Lionel Messi a esta condição. A disseminação de tais boatos pode ser prejudicial, pois contribui para o estigma em torno do autismo e desrespeita a privacidade e a condição de qualquer indivíduo.
Fonte: super.abril.com.br
