Defesa de Daniel Vorcaro nega veementemente delação premiada e reafirma inocência em meio a investigações do Banco Master

Troca de Advogado e Reafirmação de Inocência

A defesa de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, emitiu um comunicado oficial nesta quarta-feira (21) para refutar categoricamente os rumores sobre a intenção do empresário em firmar um acordo de delação premiada. A nota surge em um momento delicado, após a saída de seu advogado, Walfrido Warde, conhecido por sua postura contrária à colaboração com as autoridades.

“A defesa de Daniel Vorcaro nega com veemência a existência de qualquer proposta ou negociação de delação premiada. Essa informação não corresponde à realidade e não foi objeto de tratativa formal ou informal por parte do Sr. Vorcaro ou de seus advogados”, declararam os juristas responsáveis pela defesa.

Colaboração com a Justiça e Confiança no Processo Legal

Na mesma comunicação, os advogados reforçaram o compromisso de Vorcaro com o processo legal. “Daniel Vorcaro reafirma sua inocência, segue exercendo plenamente seu direito de defesa, colaborando com as autoridades dentro dos limites legais e confia no esclarecimento dos fatos por meio dos instrumentos regulares do devido processo legal”, afirmaram.

Operação Compliance Zero e Liquidação do Will Bank

Daniel Vorcaro é alvo de investigação da Polícia Federal no contexto da Operação Compliance Zero, que apura supostas fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, especialmente a emissão de títulos financeiros considerados falsos. A situação se agravou com a recente decisão do Banco Central de decretar a liquidação do Will Bank, o braço digital do conglomerado.

Antecedentes da Investigação

Na primeira fase da Operação Compliance Zero, deflagrada em novembro, Daniel Vorcaro chegou a ser preso sob a acusação de liderar um esquema para a criação de carteiras de crédito fraudulentas. O objetivo seria inflar artificialmente o patrimônio do Banco Master com vistas a uma eventual venda da instituição para o BRB. Vorcaro foi liberado menos de duas semanas após a prisão, mas permanece sob monitoramento por meio de tornozeleira eletrônica.

Fonte: www.congressoemfoco.com.br

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